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Inventário de Fornecedores (Vendors)

Canonical neste site (arquitetura/). Os sites tpf-motiva/ e kickoff/ referenciam esta página. Veja também Inventário de Sistemas ARTESP e Dados e Projeções.

Como usar este documento

Este inventário organiza o escopo de integração por ferramenta, não por sistema ARTESP. O cronograma firmado com a Artesp tem 24 linhas, mas só ~13 ferramentas únicas — agrupar por ferramenta dá o ponto único de contato para conduzir Discovery (ex.: KCOR cobre 5 sistemas; uma única conversa com o owner KCOR resolve todos). Tabela canônica em Sistemas ARTESP.

Status atual: a maior parte das informações C/P/B, hosted, fluxo e schema é hipótese a confirmar. Os campos marcados com ? ou (a confirmar) são exatamente o que o roteiro de entrevista (§2) precisa preencher.

Vínculo com Discovery: o preenchimento das fichas alimenta as Specs por integração do Track 2 do plano-discovery-agile.md (em tpf-motiva/). As fichas das ferramentas da Onda 1 (KAPSCH, Ícaro) precisam ser preenchidas primeiro.


1. Visão geral — tabela master

Legenda da coluna C/P/B (em relação ao Plug): - P = Producer (envia dados para o Plug) - C = Consumer (recebe dados do Plug) - B = Both (troca nos dois sentidos) - ? = a determinar nas entrevistas

# Ferramenta Vendor Sistemas ARTESP Datas Plug C/P/B Hosted Onda(s) Notas
1 KAPSCH KAPSCH SISFREEFLOW (1) jul/26 P? ? 1 Free flow / arrecadação eletrônica. Provavelmente intranet-only.
2 Ícaro ? SGP (1) jul/26 ? ? 1 SGP = Sistema de Gestão de Pavimentos.
3 KCOR KCOR SISACIDENTES, SIS-SAU, SISEQP, SISPESMOV (4) ago, set, out, dez/26 P? On-prem (intranet-only) 2,3,4,5 Vendor crítico (5x). Premissa confirmada: nunca exposto à internet → exige VM intermediária. SISPESMOV usa variante "HS-Wim".
4 Kartado Kartado SISOAES, SIGECON, SIR, SISATIVOS (4) ago/26, ago/26, ago/26, fev/27 B? SaaS (Motiva tenant) 2,2,2,6 Vendor crítico (4x). SaaS pertencente à Motiva, não à TPF. Em SIGECON usa em conjunto com MITS.
5 MITS ? SIGECON (1, combinado com Kartado) ago/26 ? ? 2 Co-ferramenta com Kartado em SIGECON. Papel exato a esclarecer.
6 Plug TPF (próprio) SIR, SIS-CSP, SISSOND, SISGIS (4) ago/26, dez/26, N/A, N/A B SaaS (Cloud K8s + Cloud SQL) 2,5,N/A,N/A Auto-referência. Em SIS-CSP aparece como "Plug > PowerBI" (Plug é fonte de dados para Power BI).
7 Portal Faixa de Domínio ? SISDEMANDA (1) ago/26 ? ? 2 Tudo a confirmar.
8 AutoDesk Build Autodesk Inc SISOBRAS, SGP, SISATIVOS (3) set/26, set/26, fev/27 B? SaaS 3,3,6 Vendor crítico (3x). SaaS, API rica. Confirmado nas premissas como "tranquilo".
9 AutoDesk Navisworks + BIM Collab Autodesk Inc SISOBRAS (1, combinado com Build) set/26 C? SaaS 3 Mesmo vendor (Autodesk Inc) — entrevista pode ser conjunta com Build.
10 AutoDesk (suite, não-especificado) Autodesk Inc SISPROJ (1) set/26 ? SaaS 3 A entrada do cronograma diz só "AutoDesk" — confirmar qual produto da suite (Build? AutoCAD? Civil 3D?).
11 SAT (Sistema de Análise de Tráfego) ? SISSAT (1) dez/26 P? ? 5 Sistema de análise de tráfego. Provavelmente Producer.
12 Construtivo ? SISQUALI (1) fev/27 ? ? 6 Ponto de atenção alto. Sistema em desenvolvimento — ainda não existe. Precisa contrato de dados antes que o fornecedor construa.
13 Esteio-ETT (API DER) Esteio Engenharia SISRAD (1) N/A ? N/A Marcado N/A no cronograma. Hipótese: consumido via outra rota (DER). A confirmar.
14 ArcGIS (como ferramenta) Esri SISGIS (1) N/A B (consolidador) On-prem (Motiva) N/A É também o consolidador central das premissas — recebe de tudo. Marcado N/A em SISGIS porque integrá-lo com Plug seria redundante.

Vendors críticos por multiplicidade: KCOR (5), Kartado (4), AutoDesk (5 entradas / 4 sistemas distintos).


2. Roteiro-base de entrevista

Template reutilizável. Para cada ferramenta, usar este roteiro como base e acrescentar as customizações específicas listadas na ficha da ferramenta na §3.

Duração esperada: 45–60 min por ferramenta. Se houver vendor + owner Motiva separados, fazer duas sessões (uma com cada).

2.1 — Identificação e contexto operacional

  • O que esta ferramenta faz, em uma frase?
  • Quais sistemas ARTESP ela implementa? (validar contra cronograma)
  • Quais áreas operacionais da Motiva dependem dela hoje (ou vão depender no D+1 da operação)?
  • Existe algum sistema legado que ela substitui? Como é a transição?

2.2 — Owners e pontos focais

  • Quem é o owner técnico desta ferramenta do lado da Motiva?
  • Quem é o ponto focal técnico do lado do vendor?
  • Quem é o owner de negócio (key user operacional)?
  • Qual o tempo de resposta típico do ponto focal vendor para questões técnicas?
  • Existe contrato de SLA documentado?

2.3 — Acesso e autenticação

  • A ferramenta é SaaS, on-premise ou híbrida?
  • Se SaaS: qual hyperscaler / qual região? Está em conformidade com a premissa de "Azure quando precisar cloud"?
  • Se on-premise: em que rede roda? Intranet Motiva? Exige VPN/VM intermediária?
  • Como o Plug autentica nela? (login/senha, OAuth, mTLS, API key, certificado?)
  • Existem ambientes separados (dev/staging/prod)? O Plug terá acesso a quais?
  • Quem tem que aprovar o acesso técnico inicial? (InfoSec? Cyber? Design Authority?)

2.4 — APIs e protocolos de integração

  • Existe API pública? REST? SOAP? GraphQL? gRPC?
  • Existe documentação? Onde? Versão atual?
  • Se não houver API: integração via DB Link? Arquivos (CSV/XML)? Mensageria (Kafka/RabbitMQ)?
  • A ferramenta tem webhooks para notificar mudanças? Ou só pull?
  • Existem rate limits? Quotas? Janelas de uso?
  • Versionamento de API: como mudanças quebram clientes?

2.5 — Fluxo de dados end-to-end

A classificação Producer/Consumer/Both é binária em relação ao Plug. Esta seção amplia para o fluxo completo: de onde o dado vem antes da ferramenta, e para onde ele vai depois do Plug. Sem isso, não dá para entender o valor da integração nem identificar dependências reais.

Upstream — antes da ferramenta - De onde nasce o dado original? (Sensor físico? Operador humano? Outro sistema? Coleta de campo?) - Quem é o "primeiro autor" do dado? (Pessoa ou equipamento responsável pela primeira escrita) - O dado já chega na ferramenta processado, ou ela faz processamento próprio (agregação, normalização, validação)? - Existe alguma fonte de dado de referência (cadastro, dicionário, master data) que a ferramenta consome?

Pela ferramenta - O que a ferramenta transforma vs apenas armazena? (Calcula índices? Valida regras? Apenas persiste?) - Existe estado mantido pela ferramenta que precisa ser propagado? (Ex.: status de aprovação, workflow)

Downstream — depois do Plug - Quem consome este dado depois que está no Plug e no ArcGIS? Operadores diretos? Dashboards? Relatórios? Outras integrações? - Existe relatório regulatório à ARTESP que depende deste dado? Qual periodicidade? Qual o formato esperado? - Existe decisão operacional que depende deste dado? (Ex.: programação de manutenção, despacho, cobrança) - O dado vai para fora do ecossistema Motiva? (Outros órgãos? Concessionária vizinha? Auditoria externa?) - Existem múltiplos destinos finais, ou só um?

Vínculo entre upstream e downstream - O fluxo é "fire-and-forget" (dado é gerado e descartado após uso) ou tem rastreabilidade completa? - Há feedback loop? (Ex.: decisão tomada com base no dado gera nova entrada na ferramenta?) - Quando o dado expira ou perde validade?

2.6 — Schema dos dados relevantes

  • Quais entidades de dados principais a ferramenta gerencia?
  • Para cada entidade que vai integrar com o Plug:
  • Lista de campos e tipos
  • Quais são chaves primárias / identificadores únicos?
  • Existem chaves estrangeiras para outras ferramentas?
  • enumerações ou códigos de domínio?
  • dados históricos ou só estado atual?
  • Existe modelo de dados documentado (ER, JSON Schema, OpenAPI)?
  • O dado é "limpo" ou tem qualidade variável (campos opcionais sempre vazios, valores inconsistentes)?

2.7 — Volumes e cadência

  • Quantos registros por entidade hoje? Crescimento esperado?
  • Frequência de atualização: tempo real? minuto? hora? dia? semana?
  • Latência aceitável entre fato e disponibilidade no Plug?
  • O Plug consulta sob demanda ou recebe push?
  • Janelas de manutenção da ferramenta? (Quando ela fica fora?)

2.8 — Operação e SLA

  • Qual o uptime atual / contratual?
  • Qual o canal de suporte? Tempo de resposta?
  • Como erros e indisponibilidades são notificados?
  • A ferramenta tem monitoramento próprio ou depende de monitoramento externo?
  • Como é o processo de backup e recovery?

2.9 — Segurança e compliance

  • Quais classificações de dado circulam? (Pessoal? Sensível? Operacional?)
  • Há dados sob LGPD? Como o Plug deve tratar?
  • Criptografia em trânsito (TLS)? Em repouso?
  • Existe trilha de auditoria? O Plug precisa contribuir para ela?
  • A integração precisa de aprovação de InfoSec / Cyber / Design Authority? Qual o lead time?
  • Há requisitos de retenção ou descarte de dados?

2.10 — Dependências e gargalos

  • Esta ferramenta depende de outras para funcionar? (Quais? Como falham?)
  • Há outras ferramentas que dependem dela? (Risco de ripple effect)
  • Quais são os gargalos conhecidos hoje? (Performance? Estabilidade? Suporte?)
  • contrato de dados já formalizado com o vendor? Se não, quem tem que assinar?
  • O que pode dar errado entre hoje e a deadline de Integração Plug? Plano B?

3. Fichas por ferramenta

Cada ficha começa com identificação + classificação preliminar + conhecimento atual, seguida das customizações ao roteiro-base específicas para essa ferramenta.

3.1 — KAPSCH (SISFREEFLOW)

  • Vendor: KAPSCH
  • Sistemas ARTESP: SISFREEFLOW
  • Onda: 1 (deadline jul/26 — urgente)
  • C/P/B (hipótese): Producer — gera dados de cobrança eletrônica / passagens de veículo
  • Hosted (hipótese): On-premise (sistema operacional crítico de arrecadação)
  • Conhecimento atual: praticamente nada. Premissas mencionam "arrecadação, radar" como sistemas operacionais Motiva intranet-only — KAPSCH provavelmente está nesse grupo.

Fluxo de dados (hipotético — confirmar nas entrevistas):

Etapa O que acontece
Upstream Pórticos físicos free flow na rodovia: antenas RFID/AVI, câmeras OCR de placas, loops indutivos, classificadores de eixos
KAPSCH Detecta passagem, identifica veículo (TAG ou placa), classifica (categoria tarifária por eixos/altura), calcula tarifa, aplica isenções, gera evento de passagem
Plug Consome eventos de passagem normalizados (ID veículo, timestamp, km, sentido, classe, valor cobrado, status pagamento)
ArcGIS Persiste como camada geo (eventos pontuais por pórtico ou agregados por trecho/hora)
Downstream Relatórios operacionais de arrecadação; dashboards de tráfego e cobrança; relatórios regulatórios à ARTESP (volume, evasão, performance de cobrança); possivelmente Lake/BI da Motiva no futuro (fora de escopo agora)
Decisões dependentes Programação de fiscalização, identificação de evasão, ajustes de classificação tarifária, conciliação financeira

Customizações ao roteiro-base: - §2.3: confirmar se exige VM intermediária dentro da Motiva (premissa para sistemas intranet-only) - §2.6: confirmar quais campos da passagem (ID veículo, placa, timestamp, valor cobrado, classe tarifária) entram no escopo Plug - §2.7: tempo real é necessário? Ou agregação por hora/dia é suficiente para o caso de uso operacional? - §2.9: dados de placa de veículo são pessoais (LGPD) — qual o tratamento?

Riscos específicos: - Onda 1 = ~12 semanas até deadline. Discovery precisa começar imediatamente. - Se for intranet-only, todo o setup de VM intermediária + aprovação Cyber está no caminho crítico.


3.2 — Ícaro (SGP — Sistema de Gestão de Pavimentos)

  • Vendor: a confirmar
  • Sistemas ARTESP: SGP — Sistema de Gestão de Pavimentos
  • Onda: 1 (deadline jul/26 — urgente)
  • C/P/B (hipótese): Producer? — Ícaro provavelmente coleta/registra dados de condição de pavimento (IRI, afundamentos, trincas, levantamento de campo)
  • Hosted (hipótese): ?
  • Conhecimento atual: SGP aparece duas vezes no cronograma — Ícaro (deadline jul/26) e AutoDesk Build (deadline set/26). Hipótese: Ícaro é a parte de levantamento/medição de pavimentos (especialista no domínio); AutoDesk Build é a parte de projetos / documentação BIM dos pavimentos. As duas alimentam o mesmo SGP por ângulos diferentes. Confirmar.

Fluxo de dados (hipotético — confirmar nas entrevistas):

Etapa O que acontece
Upstream Levantamentos de campo: perfilômetro a laser (IRI), deflectometria FWD, inspeção visual de defeitos (trincas, afundamentos, panelas), GPR. Equipes técnicas em campanhas periódicas
Ícaro Registra medições por trecho (km início/fim), calcula índices consolidados (IRI, ICP, condição), mantém histórico por trecho ao longo do tempo
Plug Consome estado atual + histórico de pavimento por trecho, normaliza para o esquema do ArcGIS
ArcGIS Persiste como camada de pavimento linear (km início, km fim, sentido, faixa, índices)
Downstream Planejamento de intervenções (programação de manutenção); dashboard de PMS (Pavement Management System); relatórios contratuais à ARTESP sobre cumprimento de metas de qualidade de pavimento; alimenta decisões de orçamento de manutenção
Decisões dependentes Quando reconstruir um trecho? Onde priorizar manutenção? Há trechos abaixo do mínimo contratual ARTESP?

Customizações ao roteiro-base: - §2.1: confirmar a divisão de papel entre Ícaro e AutoDesk Build no SGP — Ícaro é coleta de dados de campo? Modelagem técnica? Histórico de intervenções? - §2.1: que tipos de medição de pavimento o Ícaro registra? (IRI, afundamento, ATR, trincas, irregularidade, condição superficial?) - §2.6: como os dados são geo-referenciados? Estaca? Quilometragem? Lat/long? (Crítico para entrar no ArcGIS) - §2.6: existe ciclo de levantamento (mensal? trimestral? anual?) e o Plug precisa do histórico ou só do estado atual? - §2.7: dados de pavimento são tipicamente batch (após campanha de campo) — confirmar se é assim ou se há monitoramento contínuo

Riscos específicos: - Onda 1 = urgência máxima - Divisão de escopo entre Ícaro e AutoDesk Build precisa ficar clara cedo, senão gera retrabalho


3.3 — KCOR (SISACIDENTES, SIS-SAU, SISEQP, SISPESMOV)

  • Vendor: KCOR
  • Sistemas ARTESP: 4 (SISACIDENTES, SIS-SAU, SISEQP, SISPESMOV)
  • Onda: 2, 3, 4, 5 (escalonado ago→dez/26)
  • C/P/B (hipótese): Producer
  • Hosted (confirmado): On-premise / intranet-only — premissa explícita das reuniões. Nunca exposto à internet. Exige VM intermediária dentro da Motiva.
  • Conhecimento atual: vendor crítico (cobre 5 ocorrências no cronograma). Em SISPESMOV usa a variante "HS-Wim" (provavelmente "High-Speed Weigh-in-Motion" — pesagem em movimento).

Fluxo de dados (hipotético — confirmar nas entrevistas):

KCOR cobre 4 sistemas distintos. O fluxo varia por sistema, mas o destino (Plug → ArcGIS → consumidores) é comum.

Sistema Upstream KCOR faz Downstream consumidores
SISACIDENTES Operadores CCO, polícia rodoviária, equipes de campo registrando ocorrências Armazena, classifica gravidade, georreferencia, mantém workflow de atendimento Estatísticas de sinistralidade, relatórios à ARTESP (taxas por km, tipos), planejamento de pontos críticos
SIS-SAU (a confirmar — provavelmente Sistema de Atendimento ao Usuário: chamadas 0800, ocorrências reportadas) Workflow de chamadas, despacho de equipes, registro de atendimento Métricas de SLA de atendimento, relatório à ARTESP sobre tempos de atendimento
SISEQP (a confirmar — possível Sistema de Equipamentos de operação: guincho, ambulância, viaturas) Inventário, status, manutenção, despacho de recursos Disponibilidade da frota operacional, planejamento de prontidão
SISPESMOV Sensores HS-Wim (pesagem em alta velocidade) embarcados no pavimento Identifica veículo, calcula peso por eixo + velocidade, classifica Fiscalização de excesso de carga, relatório à ARTESP, encaminhamento para autuação

Plug → ArcGIS comum a todos: persistência georreferenciada por km/sentido, com timestamps para análise temporal.

Customizações ao roteiro-base: - §2.1: pedir para o owner KCOR explicar a diferença entre os 4 sistemas que KCOR implementa. Eles compartilham backend? São deploys separados? - §2.3: confirmar arquitetura intranet-only e desenhar a VM intermediária com Cyber/InfoSec na primeira semana - §2.4: KCOR tem uma única API para os 4 sistemas, ou cada um tem a sua? Os schemas se sobrepõem? - §2.6: para SISPESMOV (HS-Wim), entender o formato dos dados de pesagem (peso por eixo, velocidade, classe de veículo, timestamp) - §2.10: identificar quem é o único ponto focal técnico KCOR que pode responder pelos 4 sistemas, OU se são pessoas diferentes - Estratégia: uma sessão única com KCOR cobrindo os 4 sistemas é mais eficiente que 4 sessões separadas

Riscos específicos: - Vendor crítico — atraso aqui afeta 4 entregas - Intranet-only → VM intermediária + aprovação Cyber é caminho crítico - Se SISPESMOV (HS-Wim) for uma variante isolada do produto principal, pode ter um time KCOR diferente


3.4 — Kartado (SISOAES, SIGECON, SIR, SISATIVOS)

  • Vendor: Kartado
  • Sistemas ARTESP: 4 (SISOAES, SIGECON, SIR, SISATIVOS)
  • Onda: 2, 2, 2, 6
  • C/P/B (hipótese): Both — provavelmente troca dados nos dois sentidos
  • Hosted: SaaS, tenant Motiva (confirmado nas premissas: "Kartado é nosso, não é da TPF")
  • Conhecimento atual: vendor crítico (4 sistemas). É SaaS tenant da Motiva — TPF pode consumir API direto, mas dado tem que refletir no ArcGIS imediatamente (premissa).

Fluxo de dados (hipotético — confirmar nas entrevistas):

Sistema Domínio (hipótese) Upstream Downstream consumidores
SISOAES OAEs = Obras de Arte Especiais (pontes, viadutos, túneis, passarelas) Inspeções estruturais periódicas, projetos Programa de inspeções, relatório à ARTESP sobre estado de OAEs, planejamento de reabilitações
SIGECON Sistema de Gestão de Construção (a confirmar) Equipes de obra, medições, RDOs (Relatórios Diários de Obra) Controle físico-financeiro de obras, dashboards de execução
SIR a confirmar (possível Sistema de Inspeção de Rotina ou Sistema de Inventário Rodoviário) Equipes de inspeção rotineira Planejamento de manutenção, relatórios à ARTESP
SISATIVOS Inventário de Ativos Rodoviários (sinalização, defensas, drenagem, mobiliário) Levantamentos de ativos em campo + cadastros iniciais Programa de manutenção de ativos, ciclo de vida, depreciação

Plug ↔ Kartado (Both): provavelmente o Plug consome dados de Kartado E pode enviar dados de volta (ex.: status de execução de manutenção). Confirmar a direção em cada caso.

Plug → ArcGIS: persistência georreferenciada — pontos para OAEs, polígonos/linhas para obras, pontos para ativos.

Downstream comum: dashboards de gestão, relatórios contratuais à ARTESP (todas as 4 entidades têm obrigações de prestação de contas), planejamento orçamentário.

Customizações ao roteiro-base: - §2.1: explicar a relação entre os 4 sistemas Kartado — são módulos do mesmo produto ou produtos diferentes? - §2.3: confirmar credenciais do tenant Motiva, ambientes (sandbox?), URL base - §2.4: Kartado tem API documentada pública? OpenAPI? Webhooks? - §2.6: para cada um dos 4 sistemas, mapear as entidades-chave (especialmente para SISATIVOS — ativos rodoviários — que está na onda 6 com mais tempo) - §2.6: SIGECON usa Kartado + MITS — entender como os dois se conectam (Kartado é o frontend e MITS é backend? Ou são duas integrações independentes?) - §2.10: confirmar com Roberta/Mike se Kartado é mesmo "tenant Motiva" ou se há nuance contratual

Riscos específicos: - Vendor crítico — 3 sistemas na Onda 2 (mesma deadline ago/26) - A combinação Kartado + MITS em SIGECON é uma incógnita - Conflito de premissa: se Kartado é tenant Motiva, "passar dado por Kartado primeiro" pode contar como "dado em SaaS antes do Motiva on-premise" — validar com Mike


3.5 — MITS (SIGECON)

  • Vendor: a confirmar
  • Sistemas ARTESP: SIGECON (combinado com Kartado)
  • Onda: 2 (deadline ago/26)
  • C/P/B (hipótese): ?
  • Hosted (hipótese): ?
  • Conhecimento atual: aparece apenas em SIGECON, sempre junto com Kartado.

Fluxo de dados (hipotético — quase tudo a confirmar):

Etapa O que acontece (hipótese)
Upstream ? — depende do papel de MITS (sistema legado de obras? Camada de transformação? ETL?)
MITS ? — pode ser front-end legado, backend de cálculo, ou sistema separado que coexiste com Kartado
Plug ? — possivelmente nem integra direto com MITS; pode integrar só com Kartado, e MITS é "invisível"
ArcGIS (mesmo que Kartado em SIGECON)
Downstream (mesmo que Kartado em SIGECON)

Pergunta-chave da entrevista: o Plug precisa integrar com MITS diretamente, ou MITS é só um detalhe interno do stack do SIGECON do lado Motiva (e a integração é só com Kartado)?

Customizações ao roteiro-base: - §2.1: o que MITS faz especificamente em SIGECON? É uma camada de transformação? Backend? Sistema legado? - §2.1: MITS tem owner separado de Kartado, ou são o mesmo time? - §2.4: a integração com o Plug é via MITS ou via Kartado? Ou ambas? - Esta ficha pode ser muito curta se MITS for só uma sub-componente — mas vale verificar para não esconder um gargalo

Riscos específicos: - Pouca informação. É a "incógnita silenciosa" da Onda 2.


3.6 — Plug (TPF, próprio) — auto-referência

  • Vendor: TPF (próprio produto)
  • Sistemas ARTESP: SIR, SIS-CSP, SISSOND, SISGIS (4)
  • Onda: 2, 5, N/A, N/A
  • C/P/B: Both por definição (é o produto sendo entregue)
  • Hosted: SaaS — Cloud K8s + Cloud SQL (confirmado nas premissas)
  • Conhecimento atual:
  • Em SIR: o Plug é uma das ferramentas listadas (junto com Kartado) — provavelmente o Plug consome de Kartado e é o sistema SIR de algum ponto de vista
  • Em SIS-CSP: aparece como "Plug > PowerBI" — Plug é fonte de dados para Power BI
  • Em SISSOND (N/A): a ferramenta É o Plug — auto-referência. Por isso N/A para integração
  • Em SISGIS (N/A): mesma lógica

Fluxo de dados (hipotético — confirmar com time TPF):

Sistema Papel do Plug Upstream Downstream
SIR Front-end / camada de apresentação consolidada Kartado (produtor de dados) Operadores Motiva veem dashboard SIR; relatório à ARTESP
SIS-CSP Fonte de dados para Power BI Plug agrega dados de várias outras integrações (CSP = Centro de Serviços de Performance? a confirmar) Power BI consome do Plug e gera relatórios executivos / regulatórios
SISSOND (N/A) Sistema completo (sem upstream/downstream externos ao Plug) Operação do Plug em si Stakeholders Motiva consultam direto o Plug — sem segunda integração
SISGIS (N/A) Sistema completo (Plug consumindo ArcGIS — auto-referência) ArcGIS Motiva (camadas geo) Operadores Motiva

Observação: SIS-CSP é o caso mais interessante — coloca o Plug como fonte para um sistema de BI externo. Isso é diferente de todas as outras integrações onde o Plug é o destino final dos dados antes do ArcGIS. Vale entender o pipeline Plug → Power BI em detalhe.

Customizações ao roteiro-base: - Esta ficha não é "entrevistar o Plug" — é alinhar internamente com o time TPF (Felipe, Francisco, Isa, Alex) o que significa "Plug como ferramenta" em cada contexto - §2.1: para cada um dos 4 sistemas, qual é exatamente o papel do Plug? É front-end? É repositório? É consolidador? - §2.4: para SIS-CSP (Plug > PowerBI), entender o pipeline: o Plug exporta para o PowerBI ou o PowerBI consulta o Plug? Qual o formato? - Confirmação dos N/A: SISSOND e SISGIS são realmente "fora de escopo de integração" porque a ferramenta é o próprio Plug? Esta é uma das perguntas-chave do backlog de descobertas.

Riscos específicos: - Confusão semântica: "Plug" é ao mesmo tempo o produto sendo entregue e uma "ferramenta" no cronograma. Esse double-duty pode esconder requisitos - A interpretação dos N/A precisa ser confirmada antes de planejar a Onda final


3.7 — Portal Faixa de Domínio (SISDEMANDA)

  • Vendor: a confirmar
  • Sistemas ARTESP: SISDEMANDA
  • Onda: 2 (deadline ago/26)
  • C/P/B (hipótese): ?
  • Hosted (hipótese): ?
  • Conhecimento atual: nenhum.

Fluxo de dados (hipotético — quase tudo a confirmar):

Etapa O que acontece (hipótese)
Upstream Solicitantes externos (concessionárias de serviços, prefeituras, empresas) submetem pedidos relacionados à faixa de domínio: instalação de dutos, travessias, acesso, ocupação
Portal Workflow de aprovação: submissão → análise técnica → aprovação/rejeição → emissão de licença
Plug Consome status dos pedidos? Cria pedidos automaticamente? Geo-localiza intervenções aprovadas?
ArcGIS Persiste pontos/linhas/polígonos das ocupações da faixa de domínio aprovadas
Downstream Cadastro georreferenciado de ocupações da faixa de domínio; suporte a fiscalização; relatório à ARTESP sobre uso da faixa; planejamento de obras (evitar conflito com ocupações existentes)

Pergunta-chave: SISDEMANDA = Sistema de Demanda(s) — provavelmente gerencia as demandas externas relacionadas à ocupação da faixa de domínio.

Customizações ao roteiro-base: - §2.1: o que é "Faixa de Domínio" no contexto Sorocabana? (Termo jurídico/regulatório de área lateral à rodovia?) - §2.1: SISDEMANDA = Sistema de Demanda? De que tipo? (Solicitações de licenças? Pedidos de obras?) - §2.4: portais de fornecedores costumam ter integração via export CSV agendado em vez de API moderna — confirmar - §2.8: portais costumam ter SLA fraco — confirmar

Riscos específicos: - Tudo a confirmar. Risco de ser o pior tipo de gargalo: pequeno, ignorado, e sem API.


3.8 — AutoDesk Build (SISOBRAS, SGP, SISATIVOS)

  • Vendor: Autodesk Inc
  • Sistemas ARTESP: SISOBRAS, SGP, SISATIVOS (3 entradas)
  • Onda: 3, 3, 6
  • C/P/B (hipótese): Both — plataforma BIM colaborativa, troca dados nos dois sentidos
  • Hosted: SaaS (Autodesk hospeda)
  • Conhecimento atual: confirmado nas premissas como "tem API para tudo, facilita". Vendor crítico (3 sistemas + a entrada ambígua "AutoDesk" para SISPROJ + Navisworks/BIM Collab = 5 ocorrências totais Autodesk).

Fluxo de dados (hipotético — confirmar nas entrevistas):

Sistema Upstream AutoDesk Build faz Downstream
SISOBRAS Projetistas e gerentes de obra publicam modelos BIM, documentos, RFIs, submittals CDE (Common Data Environment) — versionamento de modelos, workflow de aprovação, issues Controle físico de obra; relatórios de avanço à ARTESP; integração com Navisworks (3.9)
SGP (parte BIM) Modelos BIM dos pavimentos, projetos de reabilitação Documentação técnica, workflow de aprovação Aprovação técnica; histórico de intervenções; complementa Ícaro (3.2)
SISATIVOS (parte BIM) Modelos BIM dos ativos rodoviários (sinalização, drenagem, OAEs) Catálogo de ativos modelados, geometria, propriedades Inventário georreferenciado de ativos; ciclo de vida

Plug ↔ AutoDesk Build (Both): - Plug consome: metadados de modelos, status de issues, documentos publicados, RFIs em aberto - Plug envia (?): status de execução em obra (talvez gere issues automáticas em casos de não-conformidade)

ArcGIS: persiste metadados georreferenciados (não os modelos BIM completos — esses ficam no Build). A pergunta arquitetural é o que vai pro ArcGIS vs o que fica como link/referência ao Build.

Downstream: dashboards de obras, planejamento, controle físico-financeiro, relatórios contratuais à ARTESP sobre obras, ARTESP pode auditar diretamente o CDE (a confirmar).

Customizações ao roteiro-base: - §2.1: por que SISOBRAS, SGP (Sistema de Gestão de Pavimentos) e SISATIVOS usam todos AutoDesk Build? São casos de uso diferentes na mesma plataforma? - §2.1: no SGP, AutoDesk Build cobre a parte de projetos/documentação BIM dos pavimentos (hipótese); a parte de medição de campo está com Ícaro. Confirmar a divisão. - §2.4: Autodesk Build tem API rica — mas qual API exatamente? Autodesk Platform Services (APS, antes Forge)? Outro? - §2.6: para SISATIVOS (ativos rodoviários), entender se o modelo de dados é hierárquico (BIM) ou relacional - §2.9: como Autodesk Build trata multi-tenant? O tenant Motiva é compartilhado entre os 3 sistemas? - §2.10: a entrevista com Autodesk pode (e deve) cobrir Build, Navisworks+BIM Collab e o "AutoDesk" ambíguo de SISPROJ na mesma sessão — é o mesmo vendor

Riscos específicos: - Vendor cooperativo (premissa) ≠ projeto trivial. Suíte Autodesk é complexa. - 3 ondas distintas (3, 3, 6) — manter as fichas alinhadas


3.9 — AutoDesk Navisworks + BIM Collab (SISOBRAS)

  • Vendor: Autodesk Inc
  • Sistemas ARTESP: SISOBRAS (1, junto com Build)
  • Onda: 3
  • C/P/B (hipótese): Consumer — provavelmente recebe modelos do Build para visualização/coordenação
  • Hosted: SaaS / desktop híbrido (Navisworks tem componente desktop)

Fluxo de dados (hipotético):

Etapa O que acontece
Upstream Modelos BIM publicados no AutoDesk Build (3.8)
Navisworks Coordenação 4D/5D, clash detection entre disciplinas, federação de modelos multidisciplinares
BIM Collab Issue tracking das interferências detectadas — workflow de resolução
Plug Consome issues abertas/resolvidas, métricas de coordenação (ex.: número de clashes não-resolvidos por obra)
ArcGIS Persiste métricas de qualidade da coordenação por obra (não os modelos federados em si)
Downstream Indicadores de qualidade de projeto; alertas para obras com muitas interferências não-resolvidas; suporte ao planejamento de execução

Customizações ao roteiro-base: - §2.1: por que SISOBRAS precisa de Build E Navisworks+BIM Collab? São papéis complementares? - §2.1: BIM Collab é o issue tracker — o Plug precisa criar/consultar issues nele? - §2.4: Navisworks tem componente desktop — como o Plug interage com isso? É via os arquivos no Build, ou via API direta? - Entrevistar junto com a ficha 3.8 — mesmo vendor, mesma sessão


3.10 — AutoDesk (não-especificado, SISPROJ)

  • Vendor: Autodesk Inc
  • Sistemas ARTESP: SISPROJ
  • Onda: 3
  • C/P/B: ?
  • Conhecimento atual: a entrada do cronograma diz só "AutoDesk" — sem especificar produto. Pode ser AutoCAD, Civil 3D, Build (mesmo da ficha 3.8) ou outro.

Fluxo de dados (hipotético):

SISPROJ = Sistema de Projetos (provavelmente repositório de projetos de engenharia rodoviária).

Etapa O que acontece (hipótese)
Upstream Projetistas (internos Motiva ou contratados) entregam projetos: planta-baixa, perfil longitudinal, seções transversais, terraplenagem, drenagem, sinalização
AutoDesk (?) Se for Civil 3D: modelagem nativa de projeto rodoviário; se for AutoCAD: desenhos 2D + metadados; se for Build: armazenamento + workflow (consolidar com 3.8)
Plug Consome metadados de projetos (versão, status, autor, geometria do trecho, escopo); possivelmente arquivos completos via link
ArcGIS Persiste metadados georreferenciados por trecho de projeto
Downstream Repositório central de projetos por trecho; rastreabilidade entre projeto → obra (SISOBRAS); histórico de mudanças regulatórias à ARTESP

Pergunta-chave (primeira da entrevista): confirmar qual produto AutoDesk — pode mergir esta ficha com 3.8 ou virar uma ficha completamente diferente.

Customizações ao roteiro-base: - §2.1: primeira pergunta — qual produto AutoDesk exatamente? Esta ficha pode acabar mergeando com 3.8 ou 3.9 dependendo da resposta - §2.1: SISPROJ = Sistema de Projetos (CAD/projetos de engenharia)? - Entrevistar junto com 3.8 e 3.9 — mesmo vendor

Riscos específicos: - Ambiguidade no cronograma. Se for um produto diferente dos outros (ex.: AutoCAD ou Civil 3D), a integração é completamente diferente.


3.11 — SAT (Sistema de Análise de Tráfego)

  • Vendor: a confirmar
  • Sistemas ARTESP: SISSAT
  • Onda: 5 (deadline dez/26)
  • C/P/B (hipótese): Producer — gera dados de contagem/análise de tráfego
  • Hosted (hipótese): ?
  • Conhecimento atual: nas premissas Rafael cita "arrecadação, radar, SAT" como sistemas operacionais Motiva — sugerindo on-premise, mas precisa confirmar.

Fluxo de dados (hipotético — confirmar nas entrevistas):

Etapa O que acontece
Upstream Sensores de contagem de tráfego: loops indutivos, radares Doppler, sistemas de visão computacional, classificadores por eixos. Posicionados em pontos estratégicos da rodovia
SAT Agrega contagens em VDM (Volume Diário Médio), VHP (Volume da Hora de Pico), classifica por categoria de veículo, calcula sentido, velocidade média
Plug Consome agregados por ponto de medição + período; potencialmente também eventos individuais para análises detalhadas
ArcGIS Persiste como camada de pontos de medição com séries temporais
Downstream Planejamento de capacidade da rodovia, dimensionamento de obras de ampliação, relatórios à ARTESP sobre VDM (referência para revisões tarifárias e contratuais), suporte a estudos de impacto
Decisões dependentes Quando duplicar uma faixa? Onde está saturando? Há crescimento de tráfego além do previsto contratualmente?

Customizações ao roteiro-base: - §2.1: SAT cobre quais tipos de medição? (Volume? Velocidade? Classe de veículo? Sentido?) - §2.3: se for on-premise como os outros operacionais, vai precisar de VM intermediária - §2.6: dados de tráfego são tipicamente agregados (counts por intervalo). Granularidade? Intervalos? - §2.7: tempo real é necessário para tráfego, ou agregação por hora/dia é suficiente para o uso operacional?

Riscos específicos: - Onda 5 dá tempo para Discovery, mas precisa começar antes de set/26 - Se for on-premise, soma à fila de aprovações Cyber


3.12 — Construtivo (SISQUALI)

  • Vendor: Construtivo (a confirmar empresa)
  • Sistemas ARTESP: SISQUALI
  • Onda: 6 (deadline fev/27)
  • C/P/B: ?
  • Hosted: ?
  • Conhecimento atual: PONTO DE ATENÇÃO ALTO. Premissas explicitam que este sistema ainda não existe — está sendo construído pelo fornecedor. Precisa de contrato de dados fechado antes que o fornecedor construa.

Fluxo de dados (hipotético — sistema a co-projetar):

SISQUALI = Sistema de Qualidade (a confirmar). Hipótese: gestão de qualidade de obras / materiais / ensaios.

Etapa O que acontece (a co-projetar com fornecedor)
Upstream Laudos de laboratório, ensaios de materiais (compactação, granulometria, módulo de resiliência, slump de concreto), inspeções de qualidade em obra, certificados de fornecedores
Construtivo Recebe laudos, valida contra especificações técnicas, mantém histórico, gera não-conformidades quando aplicável
Plug Consome resultados de ensaios, status de não-conformidades, certificações por trecho/obra
ArcGIS Persiste resultados georreferenciados por obra/trecho
Downstream Aprovação/rejeição de etapas de obra, relatórios contratuais à ARTESP sobre conformidade técnica, evidência para auditorias
Decisões dependentes Liberação de etapas de obra; demanda de retrabalho; rastreabilidade de qualidade ao longo do ciclo de vida

Por ser um sistema a construir, este fluxo é uma proposta — o que negociar com o fornecedor antes que ele desenvolva. Não é Discovery passiva; é co-projeto ativo.

Customizações ao roteiro-base: - Esta entrevista é diferente das outras — não é descobrir uma ferramenta existente, é co-projetar o contrato de dados antes que ela seja construída - §2.1: confirmar quem é o owner Motiva responsável por destravar com o fornecedor Construtivo - §2.1: confirmar status real do sistema (rascunho? especificação? alpha?) - §2.4: oferecer ao fornecedor um OpenAPI / JSON Schema rascunhado pela TPF como ponto de partida - §2.6: alinhar entidades-chave de qualidade (de obra? de pavimento? de projeto?) que o Plug vai precisar - §2.7: alinhar latência, frequência e formato enquanto o fornecedor ainda pode escolher - §2.10: entender o cronograma do fornecedor — quando ele precisa "congelar" a especificação técnica?

Riscos específicos: - Risco mais alto do projeto. Atraso aqui é caminho crítico para Onda 6. - Mesmo sendo Onda 6 (entrevista a partir de nov/26), o engajamento com o fornecedor pode/deve começar antes — porque o fornecedor precisa de tempo para construir a integração, não só para conversar. - Sugestão: iniciar contato com Construtivo já durante a Onda 1 (em paralelo), mesmo que a ficha completa só seja preenchida em nov/26.


3.13 — Esteio-ETT (API DER) — N/A

  • Vendor: Esteio Engenharia
  • Sistemas ARTESP: SISRAD
  • Onda: N/A para integração Plug
  • C/P/B: — (sem integração)
  • Hosted: ?
  • Conhecimento atual: marcado N/A no cronograma. "API DER" sugere que é consumido via API do DER (Departamento de Estradas de Rodagem) — ou seja, o caminho não é direto Plug↔Esteio, mas via DER.

Fluxo de dados (hipotético — bypass do Plug):

Etapa O que acontece (hipótese)
Upstream Operação/manutenção de radares de fiscalização eletrônica de velocidade na rodovia
Esteio-ETT Sistema de gestão dos radares; coleta autuações, gerencia ciclo de vida do equipamento
API DER Esteio expõe os dados via API do DER (Departamento de Estradas de Rodagem) — órgão regulador estadual
Plug Não consome diretamente — é por isso que está N/A
Destino DER → Detran → infrações no documento do veículo

Por que N/A (hipótese): o fluxo é puramente regulatório — passa pelo DER e Detran sem nunca tocar o Plug ou o ArcGIS Motiva. A Motiva pode até consumir dados via outra rota (Lake?), mas não é parte do escopo de Integração Plug.

Customizações ao roteiro-base (versão reduzida — só confirmar status N/A): - §2.1: por que SISRAD não precisa integrar com Plug? Ele é consumido por outra ferramenta (ArcGIS direto?) ou já vem do DER? - §2.1: existe alguma chance de SISRAD voltar para o escopo Plug em algum momento? - §2.10: quem é o responsável Motiva por SISRAD? (Para saber a quem perguntar se o status mudar)

Riscos específicos: - Risco de "esquecer" e acordar tarde se a interpretação dos N/A estiver errada - Confirmar interpretação dos N/A é item explícito do backlog de Discovery


3.14 — ArcGIS (como ferramenta) — N/A em SISGIS, central nas premissas

  • Vendor: Esri
  • Sistemas ARTESP: SISGIS (N/A para Plug)
  • Onda: N/A
  • C/P/B: Both por papel arquitetural — é o consolidador central, recebe de todas as outras integrações e o Plug consome dele
  • Hosted: On-premise (Motiva)
  • Conhecimento atual: ArcGIS é o repositório consolidador central das premissas. Toda persistência converge para cá. SISGIS (sistema ARTESP que tem ArcGIS como ferramenta) está marcado N/A justamente porque "integrar SISGIS com Plug" via Plug seria redundante — o Plug já consome do ArcGIS.

Fluxo de dados (papel arquitetural — não é integração comum):

O ArcGIS não tem upstream/downstream "linear" como as outras ferramentas — é o hub central.

Direção Quem alimenta / consome
Recebe de TODAS as outras integrações deste inventário (KAPSCH, KCOR, Kartado, AutoDesk Build, Ícaro, Construtivo, etc.) — direta ou indiretamente via VM intermediária
Camadas mantidas Pavimento, OAEs, ativos rodoviários, ocupação da faixa de domínio, eventos de tráfego, ocorrências, qualidade de obra, projetos, etc.
Consumido por Plug (principal consumidor para fins de integração) + ferramentas Motiva internas (Field Maps, dashboards GIS, ArcGIS Pro, etc.)
Downstream final Operadores Motiva via Plug ou via ferramentas GIS nativas; relatórios à ARTESP gerados a partir das camadas consolidadas

Como o Plug usa o ArcGIS: faz queries REST nas camadas, usa para resolver coordenadas → trecho → contexto, usa como fonte de visualização geo.

Por que SISGIS é N/A: o "sistema SISGIS" do cronograma é o próprio ArcGIS Motiva. "Integrar SISGIS com Plug" seria circular — o Plug já é consumidor primário do ArcGIS por arquitetura. Não há nada a "integrar" no sentido normal.

Customizações ao roteiro-base: - Esta entrevista é com o owner ArcGIS Motiva (provavelmente Mike e/ou alguém do time GIS) — não é com Esri - §2.4: estado atual da camada de dados do ArcGIS Motiva — quais feature classes existem? quais vão receber dados das outras integrações? - §2.4: REST API do ArcGIS Server / ArcGIS Enterprise — versão? autenticação? portal? - §2.6: padrão de nomenclatura de feature classes / campos. Glossário canônico que vai ser referência para todas as outras fichas - §2.7: capacidade do ArcGIS — ele aguenta o volume agregado das ~20 integrações ativas? - §2.10: dependências — a Motiva está fazendo upgrade do ArcGIS? Há janela de migração no cronograma? - Esta ficha provavelmente vira um documento de referência transversal mais do que uma ficha de integração

Riscos específicos: - Se o ArcGIS não estiver em capacidade ou versão adequada, é gargalo arquitetural — afeta tudo - Schema do ArcGIS é o "contrato implícito" entre todas as outras integrações; se não estiver padronizado, gera conflitos


4. Vínculo com plano-discovery-agile.md

Este inventário alimenta o Track 2 (Discovery por integração) do plano:

  • As fichas das ferramentas da Onda 1 (KAPSCH, Ícaro) precisam ser preenchidas primeiro — esta semana
  • Em paralelo, o engajamento com Construtivo (Onda 6 mas alto risco) deve começar agora
  • Após preencher uma ficha, o resultado vira input das Specs por integração em discovery/specs/<sistema>-<ferramenta>.md
  • Vendors críticos (KCOR, Kartado, AutoDesk) devem ter uma única sessão de descoberta cobrindo todos os sistemas que implementam — não múltiplas sessões fragmentadas

Ordem sugerida de preenchimento

Prioridade Ferramenta Justificativa
1 KAPSCH, Ícaro Onda 1 — deadline jul/26
1 Construtivo Sistema em desenvolvimento — engajamento precoce destrava cronograma
2 KCOR, Kartado Vendor crítico + Onda 2
2 AutoDesk (3 fichas em uma sessão) Vendor crítico + Onda 3
2 MITS, Portal Faixa de Domínio Onda 2 — pouco conhecido, precisa iniciar
3 Plug (auto-referência) Alinhamento interno TPF — pode ser feito em paralelo
3 ArcGIS Owner Motiva — referência transversal
4 SAT Onda 5 — pode esperar mais
5 Esteio-ETT N/A — só confirmar interpretação

5. Itens em aberto a esclarecer

  • Confirmar interpretação dos N/A (Esteio-ETT, Plug em SISSOND/SISGIS) — backlog de Discovery do plano-discovery-agile.md
  • Confirmar vendor de: Ícaro, MITS, Portal Faixa de Domínio, SAT, Construtivo
  • Confirmar qual produto AutoDesk está em SISPROJ (ficha 3.10)
  • Confirmar divisão de responsabilidade entre Ícaro e AutoDesk Build em SGP (Sistema de Gestão de Pavimentos) — hipótese atual: Ícaro = medição/campo; AutoDesk Build = projetos/documentação BIM
  • Confirmar se Kartado tenant Motiva conta como "dado em SaaS antes do on-premise" (potencial conflito de premissa — perguntar a Mike)